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A frente do trabalho do Ministerio Internacional de la Cosecha em Rivera/ROU, estão Richard Noguera e Silvia Fervenza, pais de Esteban Reuel e Juan Bautista.Dinamismo é a marca registrada pela qual desponta esta Obra em meio ao povo hispano, através do pastoreio deste casal.Ministerio Internacional de la CosechaAv. Presidente Viera, 997 Centro - Rivera, Uruguay
Um apelo as pessoas para que o futuro do Uruguai e em todo o mundo seja melhor e não pior, pois se as nossas crianças continuarem a serem maltratadas concerteza trataram mau os adultos e os velhos como resposta. Pois toda ação tem uma reação
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Pr. Richard Noguera e Pra. Silvia Noguera no Uruguai
Prostituição Infantil nos países do Mercosul

PROSTITUIÇÃO INFANTIL NA VENEZUELA
Assunto polêmico
Há sempre um assunto polêmico de plantão. Se ele faltar, que seja imediatamente inventado, pois não podemos viver sem ele. O assunto agora é prostituição infantil. Na verdade, esse não é um assunto de agora, mas é agora que mais falamos nele. Talvez parte da ênfase seja oriunda do confuso relatório da ONU (ou, como ela diz, do Ministério do Bem-Estar Social?), que declara haver cerca de 500.000 crianças se prostituindo no Brasil. Ainda que tal número seja questionável, e ainda que o assunto tenha um cheiro de polêmica da hora, não podemos ignorá-lo e dizer simplesmente que isso passará. Não resta dúvida que este assunto possui o seu epicentro nas questões sociais do nosso país. As soluções hão de vir de leis mais justas, de não aceitação da impunibilidade, enfim, as soluções são compreensivelmente buscadas na própria sociedade, que pode construir mecanismos eficazes no combate à prostituição, seja ela infantil ou não.
Estudo sobre a Prostituição Infantil
Segundo o Diário Popular O governo federal apresentou um estudo sobre a prostituição infantil, um problema que afeta milhares de crianças e meninas e que registra índices preocupantes em 937 cidades do país. "Este é o estudo mais completo sobre a exploração sexual no Brasil e entre as iniciativas já impulsionadas para enfrentar esse problema", afirmou o secretário especial para Direitos Humanos, Nilmário Miranda. Miranda comentou que a pesquisa também investigou como operam as cerca de 240 rotas usadas para o tráfico nacional e internacional de menores de idade destinados à exploração sexual. O secretário destacou que, com as informações obtidas conjuntamente pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Universidade de Brasília, o governo poderá iniciar uma política adequada para enfrentar esse problema. "O que faltava no Brasil era saber onde estavam e quantos eram os municípios onde esse problema é mais preocupante, para assim podermos realizar as ações necessárias", ressaltou. O estudo determinou que 298 municípios do nordeste, uma das zonas mais pobres do país, registram os mais altos índices de prostituição infantil, o que em parte se explica pela pobreza e o analfabetismo característicos da região.
Vergonha
É uma vergonha nacional. É um crime contra nossas jovens. E não é algo que possa ser combatido hipocritamente com ações policiais nas portas dos hotéis. A prostituição em larga escala de nossas crianças e adolescentes é uma conseqüência direta da política macroeconômica: quando o senhor Meirelles mantém em patamares absurdos as taxas básicas de juros, ele está induzindo meninas nordestinas a ganharem a vida na rua; quando o senhor Palocci faz um superávit primário de mais de R$ 80 bilhões por ano, está estimulando a prostituição de nossas adolescentes.
Afundamos numa crise social sem precedentes e nossas elites dirigentes não se dão conta disso, muito satisfeitas pelo fato de terem capturado em suas redes um presidente da República que, por sua origem, parece ser uma boa pessoa para controlar a insatisfação do povo, assim como para atender inconscientemente os interesses das próprias classes dominantes. Acontece que isso tem limite. Vemos esse limite na degradação da infra-estrutura, na ponte da Regis Bitencourt que cai por falta de manutenção, no desemprego e no subemprego, na criminalildade, na insegurança, no aumento da prostituição infantil. É só olhar para ver: a política econômica contracionista está deixando sua marca não só na prostituição infantil, mas em toda vida social brasileira.
Segundo o Diário Popular O governo federal apresentou um estudo sobre a prostituição infantil, um problema que afeta milhares de crianças e meninas e que registra índices preocupantes em 937 cidades do país. "Este é o estudo mais completo sobre a exploração sexual no Brasil e entre as iniciativas já impulsionadas para enfrentar esse problema", afirmou o secretário especial para Direitos Humanos, Nilmário Miranda. Miranda comentou que a pesquisa também investigou como operam as cerca de 240 rotas usadas para o tráfico nacional e internacional de menores de idade destinados à exploração sexual. O secretário destacou que, com as informações obtidas conjuntamente pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Universidade de Brasília, o governo poderá iniciar uma política adequada para enfrentar esse problema. "O que faltava no Brasil era saber onde estavam e quantos eram os municípios onde esse problema é mais preocupante, para assim podermos realizar as ações necessárias", ressaltou. O estudo determinou que 298 municípios do nordeste, uma das zonas mais pobres do país, registram os mais altos índices de prostituição infantil, o que em parte se explica pela pobreza e o analfabetismo característicos da região.
Vergonha
É uma vergonha nacional. É um crime contra nossas jovens. E não é algo que possa ser combatido hipocritamente com ações policiais nas portas dos hotéis. A prostituição em larga escala de nossas crianças e adolescentes é uma conseqüência direta da política macroeconômica: quando o senhor Meirelles mantém em patamares absurdos as taxas básicas de juros, ele está induzindo meninas nordestinas a ganharem a vida na rua; quando o senhor Palocci faz um superávit primário de mais de R$ 80 bilhões por ano, está estimulando a prostituição de nossas adolescentes.
Afundamos numa crise social sem precedentes e nossas elites dirigentes não se dão conta disso, muito satisfeitas pelo fato de terem capturado em suas redes um presidente da República que, por sua origem, parece ser uma boa pessoa para controlar a insatisfação do povo, assim como para atender inconscientemente os interesses das próprias classes dominantes. Acontece que isso tem limite. Vemos esse limite na degradação da infra-estrutura, na ponte da Regis Bitencourt que cai por falta de manutenção, no desemprego e no subemprego, na criminalildade, na insegurança, no aumento da prostituição infantil. É só olhar para ver: a política econômica contracionista está deixando sua marca não só na prostituição infantil, mas em toda vida social brasileira.

No Paraguai o sistema é o mesmo mas,para acrescentar mais dados é bom recalcar que a situação do Paraguai com o alto nível de corrupção em grande parte das instituiçôes oficiais e a falta de trabalho faz com que o nível de mulheres e meninas que se prostituem seja alto e que a forma que cheguam a isto é muitas vezes forçada.
E são estas meninas e mulhres as que são enviadas á Argentina para trabalhar nos prostíbulos.Através de uma pesquisa realizada pela Unicef e a Universidade de Brasília, apresentada pelo governo federal.A exploração sexual é o terceiro mais rentável comércio mundial, perdendo somente para os fabricantes de armas e do narcotráfico. Tendo esse panorama, o Brasil buscou estreitar entendimentos com os governos da Argentina, Bolívia, Colômbia, Paraguai e Venezuela para tomar medidas que permitam erradicar a prostituição sexual nas zonas fronteiriças.
Buenos Aires preocupa com índice de prostituição infantilPublicado por Tandai às 6:12 pm sobre Argentina, Crimes
A prostituição infantil afeta gravemente a capital argentina, Buenos Aires, que vive um “boom” turístico e onde cerca de 798 crianças vivem nas ruas, reconhecem fontes do novo governo local.
“Sabemos que há casos de prostituição infantil”, disse o ministro de Desenvolvimento Social portenho, Esteban Bullrich, à uma rádio local.
O novo governo municipal, a cargo do ex-presidente do clube Boca Juniors, Mauricio Macri (de direita), assumiu no dia 9 de dezembro passado e entre suas primeiras ações está a realização de um censo social sobre as crianças que vivem nas ruas mendigando e que são habituais consumidoras de drogas.
O senso revelou que 798 crianças menores de 17 anos estão nesta situação, em uma cidade com 3,03 milhões de habitantes. Mas, o levantamento é considerado parcial, já que os assistentes sociais não entraram em nenhuma das “favelas” que há na cidade.
O governo municipal anterior, cujo prefeito era Jorge Telerman, reconhecia que na cidade existiam 20 “vilas da miséria” ou assentamentos precários, muitos deles levantados a beira dos trilhos de trem depois da crise de 2001, com uma população que supera as 100 mil pessoas.
Bullrich disse que o censo revelou que “de quase 800 crianças, cerca de 30 estavam consumindo drogas”, e mesmo não encontrando casos neste censo, “sabemos que a prostituição infantil existe na cidade”.
Segundo o levantamento, “67% dos entrevistados são meninos” e a maioria tem entre 13 e 15 anos.
• 48,84% das vítimas do tráfico têm até a 4ª série do 1º grau;
• 43,72% concluíram a 8ª série;
• 52,07% têm cor de pele parda;
• 63,85% possuem renda familiar de até um salário mínimo.
Segundo a ECPAT, uma organização internacional de combate a prostituição infantil, este seria o perfil médio dos cerca de cem mil italianos que praticam o turismo sexual em todo mundo.
No último encontro europeu contra a exploração sexual de menores, em 2005, foram relatadas três características principais no fenômeno. A primeira é que os turistas são, em geral, jovens de 20 anos ou homens recém-separados, diferente do perfil mais idoso de alguns anos atrás.
A segunda é que os destinos dos turistas mudam com rapidez, dependendo das condições oferecidas pelos países e a terceira é que o uso das novas tecnologias é relevante no crescimento do turismo sexual infantil
A prostituição infantil afeta gravemente a capital argentina, Buenos Aires, que vive um “boom” turístico e onde cerca de 798 crianças vivem nas ruas, reconhecem fontes do novo governo local.
“Sabemos que há casos de prostituição infantil”, disse o ministro de Desenvolvimento Social portenho, Esteban Bullrich, à uma rádio local.
O novo governo municipal, a cargo do ex-presidente do clube Boca Juniors, Mauricio Macri (de direita), assumiu no dia 9 de dezembro passado e entre suas primeiras ações está a realização de um censo social sobre as crianças que vivem nas ruas mendigando e que são habituais consumidoras de drogas.
O senso revelou que 798 crianças menores de 17 anos estão nesta situação, em uma cidade com 3,03 milhões de habitantes. Mas, o levantamento é considerado parcial, já que os assistentes sociais não entraram em nenhuma das “favelas” que há na cidade.
O governo municipal anterior, cujo prefeito era Jorge Telerman, reconhecia que na cidade existiam 20 “vilas da miséria” ou assentamentos precários, muitos deles levantados a beira dos trilhos de trem depois da crise de 2001, com uma população que supera as 100 mil pessoas.
Bullrich disse que o censo revelou que “de quase 800 crianças, cerca de 30 estavam consumindo drogas”, e mesmo não encontrando casos neste censo, “sabemos que a prostituição infantil existe na cidade”.
Segundo o levantamento, “67% dos entrevistados são meninos” e a maioria tem entre 13 e 15 anos.
• 48,84% das vítimas do tráfico têm até a 4ª série do 1º grau;
• 43,72% concluíram a 8ª série;
• 52,07% têm cor de pele parda;
• 63,85% possuem renda familiar de até um salário mínimo.
Segundo a ECPAT, uma organização internacional de combate a prostituição infantil, este seria o perfil médio dos cerca de cem mil italianos que praticam o turismo sexual em todo mundo.
No último encontro europeu contra a exploração sexual de menores, em 2005, foram relatadas três características principais no fenômeno. A primeira é que os turistas são, em geral, jovens de 20 anos ou homens recém-separados, diferente do perfil mais idoso de alguns anos atrás.
A segunda é que os destinos dos turistas mudam com rapidez, dependendo das condições oferecidas pelos países e a terceira é que o uso das novas tecnologias é relevante no crescimento do turismo sexual infantil
Paraguai - - O bloco comercial do Cone Sul (Mercosul), formado pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, pretende atacar em outras frentes além da política e economia. O diretor do Programa dos Direitos das Crianças do Instituto Interamericano da Criança (INN - sigla em espanhol) - organismo especializado da Organização dos Estados Americanos (OEA) -, Gustavo Ariel Forselledo, está no Paraguai com o objetivo de incentivar os países do Mercosul a agendar uma estratégia de luta contra o tráfico de crianças e a pornografia infantil na região.
Durante a visita, Forselledo quer estabelecer um plano de trabalho com as instituições para o desenvolvimento de pesquisas nacionais e elaborar um manual de procedimentos para ser um marco normativo legal. Esse marco será discutido no primeiro seminário regional, que acontecerá, no próximo mês, em Motevidéu, Capital do Uruguai.
A partir de março deste ano, a agenda já prevê o início de um combate frontal na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile contra a delinqüência organizada no tráfico ilegal de crianças com fins de exploração sexual e contra o preocupante crescimento da pornografia infantil na Internet.
Forselhedo diz que um dos fatores que mais propicia a exploração sexual infantil é a existência de redes organizadas que criam todo um negócio ao redor do sexo, beneficiando-se à custa da violação dos direitos fundamentais das crianças. Ele também ressalta que ainda está analisando o trabalho que vem sendo desenvolvido no Paraguai para a elaboração do Plano Nacional para a Prevenção e Erradicação da Exploração Sexual Infantil, processo dirigido pela Coordenadoria pelos Direitos da Infância e Adolescência (CDIA) em conjunto com outros entes governamentais, não governamentais e com o apoio de organismos internacionais.
Para ele, as crianças são exploradas sexualmente por causa de diversos fatores relacionados entre si, com uma complexidade que requer respostas e ações apropriadas e efetivas dos diversos setores da sociedade.
No Paraguai, segundo o estudo realizado pela Base Educativa e Comunitária de Apoio (Beca), as diferentes formas de exploração sexual comercial infantil estão se agravando. Cerca de 1 mil menores de idade são submetidos a tais práticas em três cidades.
Situação no Brasil
No Brasil, o relator da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, Juan Miguel Petit, recomendou ao governo brasileiro que haja um maior esforço no combate à exploração sexual infantil e que as ações não se restrinjam a medidas de ajuda às vítimas. Segundo o documento, o Judiciário e a polícia devem ser reformados para solucionar o problema. Existem 241 rotas de tráfico de crianças brasileiras para o exterior, o que levou o Congresso Nacional a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista.
Petit acrescentou não se pode fugir desses temas: "não há que ter medo de que possam ser utilizados com demagogia, pois são temas que constituem um grande desafio democrático dos tempos atuais".
Petit destacou que a ação do Estado é essencial para romper o círculo vicioso de violência que perpetua as violacões dos direitos humanos das crianças e os expõe à exploração sexual. Salientou que as raízes deste e de outros problemas sociais se encontram na pobreza, exclusão, discriminação de gênero e no trabalho infantil, fatores que são explorados pelo crime organizado.
Durante a visita, Forselledo quer estabelecer um plano de trabalho com as instituições para o desenvolvimento de pesquisas nacionais e elaborar um manual de procedimentos para ser um marco normativo legal. Esse marco será discutido no primeiro seminário regional, que acontecerá, no próximo mês, em Motevidéu, Capital do Uruguai.
A partir de março deste ano, a agenda já prevê o início de um combate frontal na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile contra a delinqüência organizada no tráfico ilegal de crianças com fins de exploração sexual e contra o preocupante crescimento da pornografia infantil na Internet.
Forselhedo diz que um dos fatores que mais propicia a exploração sexual infantil é a existência de redes organizadas que criam todo um negócio ao redor do sexo, beneficiando-se à custa da violação dos direitos fundamentais das crianças. Ele também ressalta que ainda está analisando o trabalho que vem sendo desenvolvido no Paraguai para a elaboração do Plano Nacional para a Prevenção e Erradicação da Exploração Sexual Infantil, processo dirigido pela Coordenadoria pelos Direitos da Infância e Adolescência (CDIA) em conjunto com outros entes governamentais, não governamentais e com o apoio de organismos internacionais.
Para ele, as crianças são exploradas sexualmente por causa de diversos fatores relacionados entre si, com uma complexidade que requer respostas e ações apropriadas e efetivas dos diversos setores da sociedade.
No Paraguai, segundo o estudo realizado pela Base Educativa e Comunitária de Apoio (Beca), as diferentes formas de exploração sexual comercial infantil estão se agravando. Cerca de 1 mil menores de idade são submetidos a tais práticas em três cidades.
Situação no Brasil
No Brasil, o relator da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, Juan Miguel Petit, recomendou ao governo brasileiro que haja um maior esforço no combate à exploração sexual infantil e que as ações não se restrinjam a medidas de ajuda às vítimas. Segundo o documento, o Judiciário e a polícia devem ser reformados para solucionar o problema. Existem 241 rotas de tráfico de crianças brasileiras para o exterior, o que levou o Congresso Nacional a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista.
Petit acrescentou não se pode fugir desses temas: "não há que ter medo de que possam ser utilizados com demagogia, pois são temas que constituem um grande desafio democrático dos tempos atuais".
Petit destacou que a ação do Estado é essencial para romper o círculo vicioso de violência que perpetua as violacões dos direitos humanos das crianças e os expõe à exploração sexual. Salientou que as raízes deste e de outros problemas sociais se encontram na pobreza, exclusão, discriminação de gênero e no trabalho infantil, fatores que são explorados pelo crime organizado.
Mapeamento, uma ferramenta contra a exploração sexual infantil
A Aliança Save the Children, em colaboração com diversas instituições governamentais e organizações vinculadas à luta pelos direitos da criança, realizou uma série de oficinas na Costa Rica, Nicarágua e Honduras com a finalidade de desenvolver processos de mapeamento do fluxo migratório e social vinculados ao tráfico e à exploração de crianças em cada destes países.
Como conseqüência imediata deste esforço, consegui-se identificar as principais causas que permitem e fomentam estes delitos. Uma vez alcançado este objetivo, as autoridades terão mais facilidade para tomar as providências adequadas.
Chama a atenção que, nos países analisados, o desenvolvimento econômico produzido especialmente a partir do auge do turismo não sirva de incentivo a medidas que protejam a infância.
Nicarágua
Os fatores associados à ESCNNA( Exploração Sexual Comercial de Crianças e Adolescentes)na Nicarágua são similares aos do resto da região: pobreza, desinformação, desintegração familiar, legislação inadequada e o auge do turismo. No entanto, a realidade nicaragüense está marcada pela pobreza que afeta a maior parte da população, que recorre a atividades ilícitas para conseguir dinheiro.
Um dos principais problemas é que a Nicarágua é uma porta para chegar de maneira ilegal aos Estados Unidos. Esta circunstância torna ainda mais difícil o controle das fronteiras do país pelas autoridades.
Tráfico de pessoas
Por definição, sabe-se que as rotas para o tráfico de mulheres, crianças e adolescentes devem ser consideradas como espaços de interconexão do crime organizado, que também envolvem diferentes atores institucionais.
Na Nicarágua, as autoridades identificaram muitas rotas internas de risco, além daquelas que servem para os ilegais entrarem nos Estados Unidos. Também foram encontrados pontos cegos, tanto na fronteira norte como na sul. Sabe-se que cada ponto cego permite o ingresso e a saída de mil pessoas por semana.
A Aliança Save the Children, em colaboração com diversas instituições governamentais e organizações vinculadas à luta pelos direitos da criança, realizou uma série de oficinas na Costa Rica, Nicarágua e Honduras com a finalidade de desenvolver processos de mapeamento do fluxo migratório e social vinculados ao tráfico e à exploração de crianças em cada destes países.
Como conseqüência imediata deste esforço, consegui-se identificar as principais causas que permitem e fomentam estes delitos. Uma vez alcançado este objetivo, as autoridades terão mais facilidade para tomar as providências adequadas.
Chama a atenção que, nos países analisados, o desenvolvimento econômico produzido especialmente a partir do auge do turismo não sirva de incentivo a medidas que protejam a infância.
Nicarágua
Os fatores associados à ESCNNA( Exploração Sexual Comercial de Crianças e Adolescentes)na Nicarágua são similares aos do resto da região: pobreza, desinformação, desintegração familiar, legislação inadequada e o auge do turismo. No entanto, a realidade nicaragüense está marcada pela pobreza que afeta a maior parte da população, que recorre a atividades ilícitas para conseguir dinheiro.
Um dos principais problemas é que a Nicarágua é uma porta para chegar de maneira ilegal aos Estados Unidos. Esta circunstância torna ainda mais difícil o controle das fronteiras do país pelas autoridades.
Tráfico de pessoas
Por definição, sabe-se que as rotas para o tráfico de mulheres, crianças e adolescentes devem ser consideradas como espaços de interconexão do crime organizado, que também envolvem diferentes atores institucionais.
Na Nicarágua, as autoridades identificaram muitas rotas internas de risco, além daquelas que servem para os ilegais entrarem nos Estados Unidos. Também foram encontrados pontos cegos, tanto na fronteira norte como na sul. Sabe-se que cada ponto cego permite o ingresso e a saída de mil pessoas por semana.
Em 2000, a Polícia Nacional realizou um “Mapeamento de exploração sexual por nativos, estrangeiros e o tráfico de crianças com fins sexuais em Honduras”, no qual se determinava que os principais responsáveis eram hondurenhos.
Com este documento, demonstrou-se que o trabalho interno era uma prioridade para erradicar o problema, e destacou-se que a saída de crianças do país tinha como fim sua utilização no comércio sexual.
Ao começar a investigação neste país, Save the Children Suécia viu a necessidade de focalizar seus esforços em torno da detecção das rotas de tráfico, já que elas não estavam convenientemente definidas.
Problemática nacional/ Tráfico de pessoas
Como na Costa Rica e na Nicarágua, as fronteias de Honduras são pontos de tráfico e comércio de mulheres e crianças. Problemas conjunturais, como a migração populacional interna devido à procura de melhores oportunidades de desenvolvimento, estimulam a exploração sexual comercial, o abuso sexual e os maus-tratos em geral. Lamentavelmente é o caso das crianças e adolescentes, que, além disso, perdem o apoio familiar pois a migração em si motiva a desintegração.
Na realidade, nas famílias que vivem em extrema pobreza, as crianças e adolescentes se convertem em parte do suporte familiar, subvertendo os papéis tradicionais.
Propostas de solução
As conclusões da oficina apontaram para a solução daquelas circunstâncias que propiciam e fomentam a ESCNNA. Assim, falou-se de aumento da vigilância e controle das fronteiras, de um melhor apoio logístico, da vigilância das empresas de transporte para controlar a migração interna e externa, do acompanhamento e da documentação de casos.
Mencionou-se também a necessidade de uma melhor coordenação interinstitucional (Polícia e Migração, Promotoria, o Instituto da Infância e da Família, etc.) com a comunidade e organizações não-governamentais.
As propostas de ações preventivas solicitaram uma melhor administração por parte do governo em relação à situação econômica, à educação e à legislação. Neste último ponto apontou-se enfaticamente a necessidade de se instaurar penas mais severas para exploradores e traficantes de crianças, assim como um acompanhamento adequado dos casos denunciados.
Por fim, destacou-se a importância de oferecer um tratamento psicológico adequado às vítimas, para o qual se deveria implementar instâncias especializadas e criar-se centros destinados para este fim.
Conclusão
Fica claro que as medidas adotadas para o desenvolvimento econômico da região não trazem consigo medidas de proteção, particularmente da infância. No entanto, a impossibilidade de solucionar problemas quase endêmicos (como a pobreza, a desigualdade, a exclusão social) não deveria ser uma justificativa para manter desprotegida a população mais vulnerável: as crianças e os adolescentes.
É importante ressaltar que o mapeamento não é um fim em si mesmo, e como tal deve ser utilizado como uma ferramenta a mais para eliminar a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes, cuja responsabilidade recai principalmente nos Estados e na sociedade civil de cada país
Com este documento, demonstrou-se que o trabalho interno era uma prioridade para erradicar o problema, e destacou-se que a saída de crianças do país tinha como fim sua utilização no comércio sexual.
Ao começar a investigação neste país, Save the Children Suécia viu a necessidade de focalizar seus esforços em torno da detecção das rotas de tráfico, já que elas não estavam convenientemente definidas.
Problemática nacional/ Tráfico de pessoas
Como na Costa Rica e na Nicarágua, as fronteias de Honduras são pontos de tráfico e comércio de mulheres e crianças. Problemas conjunturais, como a migração populacional interna devido à procura de melhores oportunidades de desenvolvimento, estimulam a exploração sexual comercial, o abuso sexual e os maus-tratos em geral. Lamentavelmente é o caso das crianças e adolescentes, que, além disso, perdem o apoio familiar pois a migração em si motiva a desintegração.
Na realidade, nas famílias que vivem em extrema pobreza, as crianças e adolescentes se convertem em parte do suporte familiar, subvertendo os papéis tradicionais.
Propostas de solução
As conclusões da oficina apontaram para a solução daquelas circunstâncias que propiciam e fomentam a ESCNNA. Assim, falou-se de aumento da vigilância e controle das fronteiras, de um melhor apoio logístico, da vigilância das empresas de transporte para controlar a migração interna e externa, do acompanhamento e da documentação de casos.
Mencionou-se também a necessidade de uma melhor coordenação interinstitucional (Polícia e Migração, Promotoria, o Instituto da Infância e da Família, etc.) com a comunidade e organizações não-governamentais.
As propostas de ações preventivas solicitaram uma melhor administração por parte do governo em relação à situação econômica, à educação e à legislação. Neste último ponto apontou-se enfaticamente a necessidade de se instaurar penas mais severas para exploradores e traficantes de crianças, assim como um acompanhamento adequado dos casos denunciados.
Por fim, destacou-se a importância de oferecer um tratamento psicológico adequado às vítimas, para o qual se deveria implementar instâncias especializadas e criar-se centros destinados para este fim.
Conclusão
Fica claro que as medidas adotadas para o desenvolvimento econômico da região não trazem consigo medidas de proteção, particularmente da infância. No entanto, a impossibilidade de solucionar problemas quase endêmicos (como a pobreza, a desigualdade, a exclusão social) não deveria ser uma justificativa para manter desprotegida a população mais vulnerável: as crianças e os adolescentes.
É importante ressaltar que o mapeamento não é um fim em si mesmo, e como tal deve ser utilizado como uma ferramenta a mais para eliminar a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes, cuja responsabilidade recai principalmente nos Estados e na sociedade civil de cada país
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A Economia no Uruguai
Por Thais Pacievitch
A economia do Uruguai é baseada principalmente no setor agropecuário, sendo que a exportação é o principal destino dessesprodutos. A criação de bovinos e ovinos e a exportação dos produtos advindos dessa atividade, como carne, lã e couro, são de grande importância para a economia Uruguaia. Na agricultura, os produtos mais produzidos são o trigo, o arroz e a soja. A moeda do Uruguai é o peso uruguaio.
As indústrias uruguaias são em sua maioria têxteis, alimentícias e químicas. A importação de combustíveis e de matéria prima é o que possibilita o crescimento das indústrias uruguaias, posto que o país é escasso em relação a recursos minerais. Atualmente, a indústria de software tem crescido constantemente, sendo que nos últimos anos chegou a representar 5,7% do total de exportações do país.
O investimento no bem-estar social, a educação de alto nível e o atendimento médico de qualidade são características tão marcantes do Uruguai que, desde o fim do século XIX, o país é conhecido como "a Suíça da América".
O Uruguai, assim como os países vizinhos, abriu sua economia e iniciou o processo de privatização das estatais no inicio dos anos 90. Porém, esse movimento tipicamente neoliberal, no Uruguai, foi menos intenso. Algumas privatizações foram impedidas graças a plebiscitos e a mudanças na constituição do país. Os gastos públicos, até então altos, diminuíram drasticamente, enquanto a taxa de desemprego aumentou.
Como uma estratégia para atrair empresas para o Uruguai, o governo mudou a legislação no sentido de favorecer a implantação das instituições financeiras no país. Tal mudança atraiu um número diverso de empresas dessa área, o que explica o fato do Uruguai ter a fama de ser um paraíso fiscal, pois os serviços financeiros são parte expressiva do PIB do país. Aliás o PIB do Uruguai teve um crescimento real de 6,6% (2005). O PIB per capita no país, em 2005, foi de US$ 5.100. Nesse mesmo ano, a inflação ficou em 4,9% ao ano.
No inicio da década, quando a Argentina entrou em crise, a economia do Uruguai sofreu conseqüências. O sistema financeiro uruguaio entrou em colapso devido à retirada dos investimentos em dólares de origem Argentina. Nesse período o crescimento do PIB que se mantinha até então em torno de 5 % ao ano, caiu. A economia do Uruguai só voltou a crescer em 2004, impulsionada pelas exportações.
Por 40 anos, os uruguaios não pagaram imposto de renda. Em 2007, o imposto de renda voltou a fazer parte da vida dos uruguaios, enquanto outros impostos foram extintos. A alíquota no Uruguai é de 25% ao ano, quase alcançando a alíquota de imposto de renda no Brasil, de 27,5%. Ambas estão entre as maiores taxas da América Latina.
O Uruguai, assim como os países vizinhos, abriu sua economia e iniciou o processo de privatização das estatais no inicio dos anos 90. Porém, esse movimento tipicamente neoliberal, no Uruguai, foi menos intenso. Algumas privatizações foram impedidas graças a plebiscitos e a mudanças na constituição do país. Os gastos públicos, até então altos, diminuíram drasticamente, enquanto a taxa de desemprego aumentou.
Como uma estratégia para atrair empresas para o Uruguai, o governo mudou a legislação no sentido de favorecer a implantação das instituições financeiras no país. Tal mudança atraiu um número diverso de empresas dessa área, o que explica o fato do Uruguai ter a fama de ser um paraíso fiscal, pois os serviços financeiros são parte expressiva do PIB do país. Aliás o PIB do Uruguai teve um crescimento real de 6,6% (2005). O PIB per capita no país, em 2005, foi de US$ 5.100. Nesse mesmo ano, a inflação ficou em 4,9% ao ano.
No inicio da década, quando a Argentina entrou em crise, a economia do Uruguai sofreu conseqüências. O sistema financeiro uruguaio entrou em colapso devido à retirada dos investimentos em dólares de origem Argentina. Nesse período o crescimento do PIB que se mantinha até então em torno de 5 % ao ano, caiu. A economia do Uruguai só voltou a crescer em 2004, impulsionada pelas exportações.
Por 40 anos, os uruguaios não pagaram imposto de renda. Em 2007, o imposto de renda voltou a fazer parte da vida dos uruguaios, enquanto outros impostos foram extintos. A alíquota no Uruguai é de 25% ao ano, quase alcançando a alíquota de imposto de renda no Brasil, de 27,5%. Ambas estão entre as maiores taxas da América Latina.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
A obra missionária segue firme com alguns resultados
A Obra Missionária segue firme com alguns
resultados.
Reconhecemos com alegria o que tem sido feito,
contudo temos que enfrentar a realidade de que há muitos a serem alcançados,
pois a realidade que se vive aqui é bem diferente do nosso País Brasil.
A porcentagem de crentes Evangélicos ainda é
pequena, somente 2% aproximadamente da população confessa ser evangélico num
país humanista, confessando ser Católico Apostólico Romano, e profundamente
influenciado pela Idolatria e Maçonaria e Feitiçaria.
Temos
enfrentado varias Dificuldades e desafios Porem Cristo é o motivo pelo qual
existimos e nos movemos. É por Ele e para Ele que fomos criados.
É por meio de Cristo que uma pessoa pode ser
transformada e ai está o Fruto do Nosso Trabalho de Vidas Salvas que foram
libertas como o Estevan que foi Arrancado das Drogas e agora serve a Deus,
QUEREMOS NOS GASTAR POR DEUS. Nosso desafio aqui no Uruguay e Ver Fieis
adoradores de Jesus Cristo em Cada Cidade pois existem , Bairros e Vilas onde
Jesus Cristo Nunca Foi Anunciado .
Deus tem
dado estratégias de trabalhos Socias com
Crianças Carentes e assim Evangelizar Toda Família.
A
Cultura Uruguaya é muito fechada muitos desconfiados e dificilmente abrem as
portas para Visitas porem com Projetos e Estratégias que Deus tem nos dados
estamos trazendo muitas pessoas a Cristo e seu nome tem sido Glorificado
através de Vidas que estão Transformadas
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